Televendas 0800 545 4122

Venda de Peças 0800 225 2622

Suporte (11) 4356-9009

Idioma

A forma como os alimentos são cortados tem impacto direto na experiência do cliente em padarias, açougues e mercados. Cortes precisos e bem apresentados transmitem cuidado e profissionalismo, ao mesmo tempo em que equipamentos adequados permitem que o serviço seja realizado de forma mais rápida e eficiente, garantindo uma experiência positiva, que ajuda a fidelizar clientes.

Os fatiadores semiautomáticos e automáticos equilibram produtividade e qualidade. Enquanto os semiautomáticos permitem cortes personalizados, ideais para atendimentos próximos ao cliente, os automáticos garantem rapidez mesmo em operações de grande volume, mantendo a qualidade das fatias sem comprometer o ritmo do serviço.

Neste artigo, Matheus Miashiro, analista de produto da Toledo do Brasil, explica que a escolha do fatiador certo impacta não apenas a eficiência da produção, mas também a experiência do cliente, permitindo oferecer produtos bem apresentados com agilidade. Confira!

Segundo Matheus, a escolha do fatiador deve levar em conta tanto o volume de produção quanto o tipo de atendimento do estabelecimento. “O semiautomático é indicado para operações que exigem cortes mais delicados e personalizados, podendo ser usado tanto na produção quanto no atendimento no balcão”, afirma, destacando a versatilidade desse modelo.

Ele acrescenta que os fatiadores automáticos oferecem maior velocidade, pois tanto a lâmina quanto o carro se movimentam de forma independente. “O automático garante a uniformidade das fatias sem depender do ritmo do operador, sendo ideal para grandes volumes e horários de pico”, reforça, evidenciando a importância da escolha certa para otimizar a produtividade e a experiência do cliente.

Operador utilizando um fatiador de frios Prix para cortar embutidos com precisão, destacando o movimento manual do carro e a segurança operacional.
Controle e versatilidade: o fatiador semiautomático permite ajustes personalizados para cortes finos e artesanais diretamente no balcão de atendimento.

Os fatiadores se diferenciam principalmente pelo nível de automação e pela forma como o operador interage com o equipamento. Cada modelo atende a necessidades específicas de produção e atendimento.

“O fatiador semiautomático tem a lâmina funcionando de maneira automática, mas o movimento do carro é feito manualmente. Já o fatiador automático, além do movimento da lâmina, também movimenta o produto de forma automática”, esclarece Matheus.

Ele ainda ressalta que o conceito de fatiador manual é diferente do que muitos imaginam. “Não existe fatiador manual no sentido tradicional; pois seria aquele em que é necessário girar a lâmina manualmente”, comenta.

Em termos de aplicação, o semiautomático é indicado para cortes mais finos e personalizados, permitindo atender tanto a produção quanto o cliente diretamente no balcão. “Quando o cliente busca algo mais artesanal, o semiautomático permite esse movimento manual do carro. Para alta produtividade, o automático é a escolha mais adequada”.

Nos últimos anos, os fatiadores passaram por transformações significativas, combinando automação e inteligência operacional para tornar o corte mais rápido, preciso e eficiente. Essas inovações impactam diretamente a produtividade, a padronização dos cortes e a experiência do cliente.

Matheus explica que os avanços recentes estão focados na automação e no controle detalhado do processo. “Hoje, temos fatiadores com controle de velocidade, do tamanho da peça e da quantidade de fatias. Estamos falando de uma automatização completa do fracionamento de frios”, afirma.

Ele também aponta que, além do equipamento em si, a integração com tecnologias de operação tem evoluído nos estabelecimentos: “Nas padarias e mercados, você encontra atendimentos com telas touch nos PDVs, permitindo que, além do pedido, seja possível acompanhar a operação em tempo real. É toda uma integração que facilita o trabalho e aumenta a eficiência”, comenta.

O impacto dos fatiadores na produtividade é direto, especialmente em operações que demandam alta velocidade e consistência nos cortes. Equipamentos automáticos garantem uma cadência de trabalho maior do que seria possível manualmente, aumentando o rendimento e reduzindo o risco de lesões para os operadores.

Matheus explica: “Alguns fatiadores automáticos podem chegar a uma fatia por segundo. Um operador até conseguiria atingir essa velocidade, mas não com a mesma frequência. A máquina trabalha de forma contínua, garantindo eficiência e segurança”, afirma.

Apesar da rapidez dos modelos automáticos, os fatiadores semiautomáticos ainda têm papel importante em operações que exigem atendimento direto ao cliente. “No balcão, o semiautomático permite uma dinâmica mais flexível: você consegue atender o cliente na hora e ajustar cortes mais finos e personalizados, mantendo a fluidez da operação”, comenta Matheus.

Ele reforça que a diferença de velocidade entre os modelos pode parecer pequena, mas se torna significativa ao longo de grandes volumes de produção. “Um fatiador automático pode fazer uma fatia a cada segundo, enquanto outro modelo semiautomático leva cerca de um segundo e meio. Parece pouco, mas ao longo do dia, a diferença impacta bastante na produtividade”, explica.

De acordo com Matheus, o design dos fatiadores proporciona proteção ao operador. “Toda a operação é feita sem contato com a lâmina, a não ser que seja intencional. O equipamento possui proteções e sensores que garantem que o operador não tenha contato direto durante o uso”, afirma.

Além disso, a manutenção correta e a higienização constante são essenciais para que o fatiador funcione de maneira eficiente e segura. “O fatiador, como trabalha diretamente com alimentos, precisa estar sempre em bom estado de conservação e higienização. Temos guias de boas práticas e manuais de usuário que evidenciam esses cuidados”, reforça. Ele ainda ressalta a importância de conhecer o produto que será fatiado e seguir as instruções de operação. “É fundamental saber qual produto está sendo colocado no equipamento e garantir que ele esteja apto para o corte, mantendo a operação segura e eficiente”.

A apresentação dos alimentos tem grande impacto na experiência do cliente. “O tipo de atendimento e a apresentação do produto impactam diretamente a experiência que o cliente tem com o estabelecimento. Um local que apresenta produtos de qualidade consegue reter e fidelizar seus clientes”, afirma Matheus.

Fatiadores automáticos e semiautomáticos garantem fatias uniformes e consistentes, tornando o atendimento mais rápido e eficiente. Com cortes padronizados, o operador reduz ajustes manuais, evita retrabalho e desperdícios, entregando produtos sempre dentro do padrão esperado e proporcionando ao cliente uma experiência ágil e de qualidade.

Os fatiadores Prix se diferenciam por combinar tecnologia, qualidade e confiabilidade, atendendo desde operações menores até grandes volumes de produção. Cada equipamento passa por rigorosos processos de inspeção durante a fabricação, garantindo cortes precisos e uniformes nos produtos, o que evita variações que poderiam comprometer a apresentação e a experiência do cliente.

Além da qualidade do equipamento em si, o suporte pós-venda oferecido pela empresa é um grande diferencial. “A máquina não é inquebrável, mas uma máquina parada gera prejuízo. Quanto mais tempo parada, mais prejuízo o cliente tem. Então, a eficiência no atendimento é o diferencial”, explica Matheus.

Isso significa que a Toledo do Brasil não entrega apenas um fatiador, mas oferece acompanhamento contínuo, garantindo manutenção adequada, solução rápida de problemas e orientação para que os operadores aproveitem ao máximo a produtividade do equipamento. Essa combinação de precisão, durabilidade e suporte faz com que os fatiadores Toledo do Brasil não apenas aumentem a eficiência operacional, mas também proporcionem uma experiência satisfatória para os clientes finais, ajudando os estabelecimentos a fidelizar seu público e manter a qualidade em cada fatia.

A precisão na pesagem industrial é resultado direto de processos bem conduzidos, equipamentos preservados e uma equipe preparada para identificar riscos antes que eles comprometam a qualidade. Quando erros aparentemente simples se acumulam — como operar com a balança desnivelada, instalar o equipamento em áreas inadequadas ou negligenciar calibrações — toda a cadeia produtiva absorve custos desnecessários e perde eficiência.

Ao incorporar rotinas de verificação, investir em capacitação e adotar recursos de automação, as empresas fortalecem o controle metrológico, reduzem perdas e garantem maior confiabilidade operacional. Cuidar da pesagem é cuidar do processo como um todo. Quer elevar o nível de precisão da sua operação? A Toledo do Brasil oferece treinamentos, suporte técnico e soluções completas para que sua equipe opere com total segurança e assertividade. Entre em contato e saiba como aprimorar seus resultados.


LEIA TAMBÉM EM NOSSO BLOG

Como escolher balança de bancada à prova d’água para peixarias, açougues e hortifrutis

Suporte técnico remoto da Toledo do Brasil: agilidade, segurança e produtividade para sua operação

Além do PDV: como a automação comercial facilita o dia a dia do comerciante varejista

Deseja remover este item?
Comparar Produtos Compare até 3 produtos Prix
Comparar