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Central de Cases • Café

Um armazém de café aumentou em 80% o enchimento de big bags usando duas pessoas e uma empilhadeira a menos.

Com o sistema de enchimento suspenso TOLBAG, a expedição avançou de 200 para 360 big bags por dia, o custo de mão de obra por bag caiu 68% e a pesagem prévia na balança rodoviária deixou de ser necessária.

+80% de capacidade diária de expedição
360 big bags por jornada de 8 horas
−68% no custo de mão de obra por bag
R$ 82,7 mil de economia direta anual estimada

O contexto da operação

O case foi desenvolvido em um tradicional armazém de café localizado em Linhares, no Espírito Santo. A operação realiza embarques em big bags de 1.000 kg e 1.500 kg, normalmente com 20 unidades por veículo.

Para liberar cada carregamento, o peso total precisa fechar com exatidão na balança rodoviária. Qualquer diferença pode obrigar o caminhão a retornar à área de expedição para adicionar ou retirar café, prolongando a permanência no pátio e mobilizando novamente a equipe.

Operador realiza enchimento de big bag de café apoiado sobre balança de piso
No processo convencional, o big bag permanece apoiado na balança de piso durante o enchimento. Imagem gerada por inteligência artificial.
Problema

Enchimento impreciso em balança de piso, com duas empilhadeiras, cinco colaboradores e limite de 200 bags por dia.

Implicações

Custo mensal elevado, pesagem prévia em todas as cargas, retrabalho e riscos no empilhamento.

Solução

TOLBAG suspenso, com pesagem por células de carga, acomodação automática e corte no peso-alvo.

Resultado

360 bags por dia, uma empilhadeira e duas pessoas a menos, além do fim da pesagem prévia.

O que limitava o enchimento de big bags

No processo anterior, os big bags permaneciam apoiados sobre uma balança de piso. A movimentação exigia duas empilhadeiras e a pesagem envolvia três operadores de balança: cinco pessoas no total, considerando também os dois operadores das empilhadeiras.

A capacidade ficava limitada a 200 big bags de 1.000 kg por dia. Como a precisão do enchimento não era suficiente para fechar o carregamento com segurança, a equipe precisava ajustar o peso a partir do resultado prévio da balança rodoviária, usada como contraprova.

  • Custo de mão de obra: R$ 16.534,20 por mês com cinco colaboradores.
  • Gargalo de expedição: teto de 200 bags por dia, equivalente a 200 toneladas.
  • Pesagem intermediária: o caminhão seguia para a balança rodoviária antes do último bag e depois retornava à expedição.
  • Retrabalho: ainda existia o risco de um novo retorno para adicionar ou retirar café após a pesagem final.
  • Indisponibilidade da balança: impactos da empilhadeira e acúmulo de café na plataforma podiam provocar erros e dificultar a limpeza.
  • Desgaste das empilhadeiras: os movimentos verticais usados para acomodar o café aumentavam a solicitação do sistema de elevação.
Ilustração do processo anterior de enchimento e movimentação de big bags de café
Antes do TOLBAG, o processo exigia mais pessoas, empilhadeiras, ajustes manuais e pesagem prévia das cargas. Imagem gerada por inteligência artificial.
O enchimento de big bags também limita sua expedição?

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Falar com um especialista

Como funciona a solução TOLBAG

A Toledo do Brasil implementou o sistema de enchimento suspenso TOLBAG. Nele, o big bag é suspenso e pesado automaticamente por células de carga durante o enchimento, sem permanecer apoiado sobre uma balança de piso.

O sistema realiza o corte automático no peso-alvo, acomoda o café durante o processo e ajusta automaticamente o ponto de corte para reduzir o erro em relação ao valor programado.

Antes
  • Big bag apoiado sobre balança de piso
  • Duas empilhadeiras na operação
  • Três operadores de balança
  • Ajuste do último bag a partir da rodoviária
  • Até 200 bags por dia
Com o TOLBAG
  • Big bag suspenso e pesado por células de carga
  • Uma empilhadeira na movimentação
  • Dois operadores de pesagem
  • Corte e compensação automáticos
  • Até 360 bags por dia
Operadores acompanham o enchimento de big bag de café no sistema TOLBAG suspenso
O TOLBAG suspenso automatiza a pesagem e o enchimento, enquanto a empilhadeira mantém o fluxo da expedição. Imagem gerada por inteligência artificial.

A operação passou a produzir 80% mais por dia usando uma empilhadeira e duas pessoas a menos.

Resultados reais medidos em operação

Os dados do case mostram a precisão alcançada em lotes de 1.000 kg e 1.500 kg. A amostra detalhada reúne 3.498 big bags e aproximadamente 3.885 toneladas de café.

Indicador Bag de 1.000 kg Bag de 1.500 kg
Bags na amostra 2.723 (2.723 t) 775 (1.162 t)
Peso médio 1.000,14 kg 1.500,04 kg
Erro médio por bag +137 g (0,014%) +36 g (0,002%)
Desvio-padrão 0,44 kg 0,70 kg
Bags dentro de ±2 kg do alvo 3,6% 9,0%
Bags dentro de ±1 kg do alvo 35,9% 50,3%
Exatamente no alvo 60,6% 40,6%

Percentuais apresentados conforme a distribuição registrada no case. Os valores podem apresentar diferença de arredondamento.

Em um embarque de 20 unidades, o peso médio acumulado foi de 20.002,8 kg para os bags de 1.000 kg e de 30.000,9 kg para os bags de 1.500 kg. A diferença ficou abaixo da divisão mínima de 10 kg da balança rodoviária utilizada na operação.

Com essa confiabilidade, o último bag passou a ser enchido como todos os demais e a pesagem prévia na balança rodoviária foi eliminada. A conferência final na rodoviária permaneceu como uma segunda checagem efetiva do carregamento.

Ganhos mensuráveis para a expedição

200 → 360 big bags por dia em uma jornada de 8 horas
5 → 3 pessoas diretamente envolvidas na operação
2 → 1 empilhadeiras necessárias para a movimentação

A estrutura anterior consumia R$ 16.534,20 por mês em mão de obra. Com uma empilhadeira e dois operadores de pesagem, o custo estimado passou para R$ 9.644,95 mensais. A diferença representa aproximadamente R$ 82,7 mil por ano de economia direta, sem considerar ganhos com a empilhadeira liberada.

Na comparação por capacidade equivalente, produzir 360 bags por dia com a estrutura anterior exigiria um custo estimado de R$ 29.762 por mês. Frente aos R$ 9.644,95 atuais, o custo evitado seria de cerca de R$ 20.117 mensais, ou R$ 241,4 mil por ano.

Entenda a diferença entre economia direta e capacidade equivalente

Economia direta: compara o custo mensal anterior, de R$ 16.534,20, com o custo atual estimado, de R$ 9.644,95. A diferença anual é de aproximadamente R$ 82,7 mil.

Capacidade equivalente: projeta quanto custaria ampliar a estrutura anterior na mesma proporção do ganho de produtividade, de 200 para 360 bags por dia. Esse cenário resulta em um custo evitado estimado de R$ 241,4 mil por ano.

Benefícios adicionais não monetizados

  • Liberação de uma empilhadeira para outras áreas da operação.
  • Redução de combustível, manutenção e desgaste do sistema de elevação.
  • Fim das viagens de pesagem prévia à balança rodoviária.
  • Menor tempo de permanência do caminhão no pátio.
  • Rastreabilidade digital de todas as pesagens.
  • Menor risco associado à acomodação e ao empilhamento dos bags.
Premissas usadas nos cálculos do case
  • Salário mínimo de 2026: R$ 1.621,00.
  • Encargos trabalhistas considerados: 70%.
  • Operador de balança: 1 salário mínimo, equivalente a R$ 2.755,70 por mês com encargos.
  • Operador de empilhadeira: 1,5 salário mínimo, equivalente a R$ 4.133,55 por mês com encargos.
  • Regime de operação: 22 dias por mês, 8 horas por dia e 12 meses por ano.
  • Capacidades de 200 e 360 bags por dia informadas pelo cliente.

Perguntas frequentes sobre o case TOLBAG

O que mudou no processo de enchimento?

O big bag deixou de permanecer apoiado sobre uma balança de piso. No TOLBAG, ele é suspenso, pesado por células de carga e preenchido com corte automático no peso-alvo.

Como a pesagem prévia na balança rodoviária foi eliminada?

A precisão do enchimento permitiu completar todos os bags da mesma maneira, sem calcular manualmente a última unidade. A balança rodoviária continuou sendo utilizada na conferência final da carga.

A economia de R$ 82,7 mil inclui a empilhadeira liberada?

Não. O valor considera somente a diferença estimada de mão de obra. Combustível, locação, manutenção e disponibilidade da empilhadeira foram tratados como ganhos adicionais não monetizados.

Os resultados podem variar em outras operações?

Sim. Capacidade, economia e precisão dependem do produto, da configuração da linha, da jornada, do fluxo logístico e das condições de cada operação. Os números apresentados pertencem a este case específico.

Essa situação também é familiar na sua operação?

Fale com a Toledo do Brasil e descubra como integrar pesagem, enchimento e movimentação para aumentar a produtividade e reduzir retrabalhos na expedição.

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